Prezados leitores, estive ausente durante muitos dias, por vários motivos: atarefado com muitos processos, audiências; viajando, de férias; ou mesmo com preguiça de escrever, confesso!
Mas estou de volta. Hoje, dia 17 de janeiro, finalmente começou 2011, e estou no gás, como diz meu amigo @Xavier_Diego (isto mesmos, estou viciado no twitter! Para quem quiser me seguir: @thyagoamorim).
Tenho várias estórias (é sem “h” para deixar um ar de dúvida sobre a veracidade das mesmas) para contar, algumas alegres, outras não!
Mas vou começar o ano com uma clássica visita ao Presídio Provisório RaIMUNDO Nonato, quando fui ter o primeiro contato com o cliente.
Depois de escutar o problema e dizer o caminho que eu iria seguir para solucioná-lo, bem como o principal, dizer o custo dos honorários, fechei o contrato (verbal, pois nunca executei um contrato da área penal, com medo de ser executado!) e fui informado pelo novo cliente que se eu quisesse “curtir”, passar um final de semana “de boa”, ou mesmo “passear” com a família, podia falar com ele, que arranjava tudo, mesmo estando preso.
O rapaz ainda perguntou: - O senhor está me entendendo, não está?
Eu, com a postura de um advogado sério que sou, respondi com sobriedade: - Claro, esquente não!
Quando ia saindo do recinto reservado para conversar com os presos dou de cara com o advogado dele (do processo principal), quando, com um pouco de constrangimento, o cumprimentei. Certamente ele ficou pensando que eu estava tomando o cliente dele, porém estava sendo contratado para cuidar de outro processo, o do cunhado do preso, que também estava preso, mas no Acre.
Tenho que gravar estes episódios, se eu não postar logo de certo que esqueço.
Prometo ser mais assíduo!